Ginga, Mandinga e Ancestralidade – O “Eu sou Angoleiro na Amazônia.”
Na semana da consciência Negra, o grupo Eu sou Angoleiro e Associação Cutimboia abrem os trabalhos para pensar, discutir, viver e experienciar a cultura negra na Amazônia.
PROGRAMAÇÃO
17/11/ 2014
18h – 19h30 Apresentação do grupo
19h30 – 21h Roda de conversa: Cultura é resistência na Amazônia
Prosadores:
• Mestre Bira Marajó (Eu sou Angoleiro - Pará) – “Eu sou Angoleiro na Amazônia”
• João Horácio (GCAP) – “Legado da capoeira angola”
Mediador: Rafael Kalango Diaz
21h Roda De Axé
18/11
18h – 19h30 Estética Negra com Juliene Abreu
19h30 – 21h Capoeira Angola com Mestre Bira Marajó
19/11
18h – 19h30 Dança de Afro com Leo Oliveira
19h30 – 21h Capoeira Angola com Mestre Bira Marajó
20/11
18h – 19h30 Encerramento
Performance de Dança Afro
Roda de capoeira
Carimbó
Pensar a Ancestralidade da Capoeira Angola na Amazônia é discutir questões que passam pela beleza negra, história da capoeira no Pará, corpo afro, políticas culturas, mandingar na floresta entre outras coisas. Esse é um dos objetivos do evento Ginga, Mandinga e Ancestralidade – O “Eu sou Angoleiro na Amazônia.” Sob o signo dessa ancestralidade, sentir os movimentos que a regem é viver e experienciar o corpo-memória; o Corpo- em-movimento e o Corpo-espiritual.
Inscrições:
Enviar para o e-mail >cutimboia@hotmail.com< os seguintes dados:
Nome:
E-mail:
Telefone:
Motivação:
Inscrições gratuitas!
Contatos: 993413318 (Rafael Kalango)
A Associação Cultural Cutimboia é uma das frentes de Trabalho do Grupo Eu Sou Angoleiro em Belém-PA, é coordenada pelo Mestre Bira Marajó e desenvolve uma ação com Capoeira Angola, Dança Afro e Patrimônio Cultural Negro em Comunidades Quilombolas no Pará há aproximadamente 15 anos e no Bairro da Terra Firme na capital do Estado, Belém, há aproximadamente 05 anos. A Cutimboia atua no contexto atual de crise nos espaços de educação e da cultura, entendendo-se aqui como Patrimônio Cultural as manifestações artísticas, as tradições, os conhecimentos populares e a estética negra. Tem como objetivo fortalecer essas manifestações culturais ancestrais, e estabelecer uma reflexão acerca da história do negro na Amazônia; da importância de suas atividades culturais para o fortalecimento de sua identidade na sociedade; da valorização das sabedorias construídas nas comunidades e repassadas através de seus antepassados.

Nenhum comentário:
Postar um comentário